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O que eu estou Lendo Agora? - Magali 22

MATHEUS FERNANDES

Depois de mais de um ano desativada, a coluna "O Que eu estou lendo agora?" está de volta. Para marcar a volta, vamos falar do gibi Magali 22, que saiu as bancas em Outubro de 2008, custando R$2,90 (bons tempos) e pela Editora Panini Comics.

Magali n° 22 - Panini

Sabe quando você está parado, sem nada pra fazer, e lhe vem a vontade de ler um gibi da Magali? Então, isso aconteceu comigo. Sem pensar duas vezes, corri ao "acervo" e procurei a primeira revista da Magali que encontrasse.

Achei a Magali 22. Dando uma olhada, percebi que era um gibi sem muitas histórias longas, a maioria curtas e sem fala.

A maior história do gibi é justamente a inicial, com 12 páginas. Mais um método infalível para evitar os arranhões no sofá começa com Magali fazendo um lanchinho, como sempre, e se depara com seu gato Mingau arranhando o sofá. Sabendo que se não resolvesse a situação, a bronca iria sobrar para ela mesma, Magali resolve grudar fita adesiva no sofá, e seu gatinho acaba todo colado. Passado a raiva de Mingau, ele resolve se vingar. Magali sente vontade de comer, e quando abre o pote de bolachas fica toda colada. Depois, ela abre a geladeira - com geleia na porta. Resolve lavar as mãos, e na torneira está saindo tinta. Vai buscar o removedor, e dentro do frasco há cola. Vingança concluída com sucesso. Óbvio que um gato não conseguiria fazer nem 0,1% disso. Mas eu gosto da inteligencia e perspicácia do Mingau.

Depois, uma sequencia de histórias curtas. Magali, Penadinho, Quinzinho, Dudu... Enfim, depois dos passatempos, uma história longa. Olha só o tamanho da encrenca se inicia com um terremoto em Lem -  sim, a história é do Piteco. Ao acordar, o personagem se depara com um grande buraco, feito pelo terremoto. Sem tempo para pensar, acaba caindo. As circunstancias não ajudaram, e uma pá estava perto, e era de propriedade do Piteco. Resultado: ele foi acusado de ter cavado o buraco, e como castigo foi obrigado a tampar o buraco. Precisava de terra, e conforme ia pegando terra, ia formando outros buracos. Resolveu fugir, e por ironia do destino, eu uma montanha de pedras. Sem querer, chuta uma pedra, que acerta em outra, depois em outra e assim o buraco é tapado. É considerado um herói. Durou pouco. Eles lembram que supostamente, Piteco cavou o buraco e o jogam no chão.  Moral da história: nunca leve uma pá para uma cratera depois de um terremoto.

Mais uma sequencia de histórias curtas. Magali, Zé Lelé, Mingau, Penadinho... Até que Aquele bolo em cima da mesa surge como uma narrativa longa (a última), em comparação ao resto da revista. Sabe quando a sua mãe faz aquele bolo e diz que você não pode comer ainda? Foi exatamente isso que aconteceu. Magali, Mingau e o pai de Magali estavam doidos. Arrumaram tudo quanto é jeito de pegar o bolo, mas sem sucesso. Chegada a hora de comer o bolo, uma briga generalizada pra ver quem pegava o pedaço de bolo primeiro ocasionou na queda do quitute no chão. Sim, todos ficaram de mão abanando. A história termina com a mãe de Magali tendo que fazer um outro bolo e limpando a bagunça toda.

Enfim, 14 histórias num gibi só. Confesso que gostei muito desse gibi, embora mal distribuído, mas com desenhos bonitos e histórias interessantes.

Obs: Ainda não defini a periodicidade dessa coluna. Acredito que poderá ser semanal ou quinzenal, mas com as festividades do fim do ano e viagens, talvez só 'embale' em 2015. Abraços e até lá!

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